segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Forros e capas...

     Um amigo tinha algumas aves como animais de estimação... eu nunca fui a favor de se prender animais fora de seus habitats mas respeito a opção de cada um desde que não maltrate e descuide.. este amigo sempre ouvia muuuuuitas reclamações de sua esposa constantemente devido a sujeira das gaiolas... eu explico.... ele tinha aves que se alimentavam de rações e sementes assim como algumas frutíferas, eis que que aves que se alimentam de frutas sujam mmmmmmuito mesmo, fazem aquela sujeira lambuzada, entendem o que eu digo ne.. kkkkkkk no piso sujeira em poças e na parede próxima então  aaaaaaaffff a parede tinha manchas e sujeiras das frutas....

     Este amigo disse que existe um forro "saia" para envolver a parte inferior da gaiola e reter a sujeira que cai naturalmente e quando a gaiola é manuseada por nós para sua limpeza e abastecimento. Parecia uma fralda kkkkkkk ele me mostrou um pedaço de pano improvisado e o forro comprado numa loja de acessórios para animais de estimação.

     Analisei a peça e pedi para que me emprestasse um forro para que eu tirasse o molde. Ele deu aquela risada, tipo quem diz "KKKkkkk o que um ogro tá querendo com moldes" kkk mas tudo bem... Passados dois dias eu e minha esposa voltamos ao meu amigo e mostrei o que aprontei kkkkk

     No primeiro momento ele ficou feliz porque um dos bichinhos ganhou uma capa nova, mas passada a euforia ele se admirou com a capa... e perguntou se fui eu mesmo quem fez a capa e como .... expliquei que eu havia cursado o Técnico de Modelagem Industrial e o de Costura Industrial no SENAI em Santos-SP e que eu possuo em casa algumas máquinas de confecção ... ele deu risada e não acreditou e e continuei a contar... eu tinha preparado para montar uma confecção de kimonos para as academias onde eu ensinava, mas devido a falta de mão de obra especializada na região, segui apenas com a ideia em mente.... logo todos seus vizinhos começaram a fazer pedidos de forros para gaiolas, chocadeiras e viveiros de diversos tamanhos.

     E sua esposa hoje reclama (como toda mulher caprichosa) mas menos e meu amigo aumentou a aquisição, pois teve crias em algumas gaiolas...


segunda-feira, 21 de setembro de 2015

O Sistema Transfer

Transfer: O sistema de transfer é um dois mais difundidos, seu processo ocorre através da termo-transferência ou seja a transferência de uma imagem impressa em uma impressora a laser ou jato de tinta em papel especial (papel transfer) utiliza-se uma máquina de estampar/ prensa térmica para transferir a imagem para o material desejado através de pressão e calor, exemplos de materiais a serem estampados: Camiseta, boné, mouse pad, quebra-cabeça, jogos americanos, tecidos em geral e etc.
Produza sem quantidade mínima, com baixo custo e alta lucratividade.
Transferência X Serigrafia: O processo de transfer é um processo prático e barato que permite a confecção de peças únicas sem agregar um custo elevado a peça, já que pode ser impresso uma única imagem em uma impressora convencional, sem a necessidade de matrizes,tintas, espaço e sujeira. Existem outras vantagens no processo do transfer, podemos citar por exemplo: a diversidade de cores que pode ser usada, você pode criar estampas idênticas a fotos, o que não ocorre no silk screen já que o processo limita o uso de 4 cores,o processo de termo transferência é um processo rápido e que pode ser instalado em qualquer local, já que necessita apenas de uma impressora e uma máquina de estampar/prensa térmica.

Como estampar camisetas com papel transfer:

Instruções:Em primeiro lugar anote os materiais necessários:
    • Camiseta de cor clara (se for branca, melhor), lisa e 100% algodão;
    • Impressora a jato de tinta;
    • Tesoura;
    • Ferro de passar roupa;
    • Folha de papel branca simples.
  1. Papel transfer;
  2. Comece por imprimir o desenho pretendido no papel transfer. Pode utilizar uma fotografia que tenha tirado, um desenho bonitinho que encontrou na internet, etc. Se a imagem em questão tiver texto, lembre-se de a colocar em modo espelho, caso contrário o texto aparecerá na camiseta escrito "de trás para a frente". Imprima no modo máximo da qualidade de imagem, para obter melhores resultados e na face não quadriculada do transfer.
  3. Corte a área em redor do desenho do transfer para não haver erro na aplicação e estenda muito bem a camiseta sobre uma superfície lisa e resistente ao calor. Ligue o ferro de engomar e prepare o transfer, colocando-o com o desenho voltado para baixo na área da camiseta onde pretende a imagem. Coloque a folha de papel sobre o transfer.
  4. Com o ferro bem quente engome o transfer, passando várias vezes sobre ele e pressionando de forma a que o desenho descole do papel e cole ao tecido da camiseta. Leve o tempo que for preciso neste passo, pois é melhor que leve alguns minutos e o desenho seja transferido na perfeição do que fazer rapidamente e ele não ficar bem.
  5. Imagem: mixmistura.blogspot.pt
  6. Por último, levante lentamente o papel do transfer e aprecie a imagem agora colada na sua camiseta! Foi bem simples, certo? Tome nota: para que a imagem se mantenha por mais tempo é aconselhado que a lave à mão e com água fria.

O Processo de Sublimação

O que é Sublimação?

Para quem ainda lembra as aulas de química vai recordar das aulas de mudanças de fase da matéria como condensação, solidificação, liquefação e sublimação… Mas vamos ao que nos interessa: Sublimação é a mudança do estado sólido para o estado gasoso, sem que passe pelo estado líquido.  Como por exemplo, a naftalina, que se evapora diretamente de seu estado sólido. Na estampa sublimática, bastante utilizada na confecção de foto produtos, acontece o mesmo processo. A tinta para sublimação que está no papel transfer em seu estado sólido entra em contato com o tecido ou superfície do foto produto e através de calor e pressão que evapora penetrando nas fibras do tecido, ou demais superfícies. Para ser mais claro veja essas imagens:
sublimação
Como vemos nesta imagem, temos o papel transfer (Sublimático), a camada de tinta e a superfície do foto-produto (neste caso usei um tecido como exemplo) o material a ser estampado deve ser poliéster pois sua absorção é alta para esse pigmento obtendo-se melhores resultados.
Pigmentação por sublimação
 Quando expostos a altas temperaturas a tina sublimática (como já diz o nome) ela sublima, ou seja, ela passa de seu estado sólido diretamente para o gasoso, e se estiver em contato com alguma superfície que absorva essa tinta (caso do foto produto), o vapor irá penetrar nas fibras de poliéster da camiseta ou na resina de poliéster que está presente nos pratos e nas canecas personalizáveis tingindo essas superfícies.
Foto produto sublimado
 Resumindo tudo: A tinta que estava no papel evaporou e migrou para as fibras ou resina de poliéster presente nos foto produtos, que voltou ao seu estado sólido quando em contato com essas superfícies!
Sublimação: É o processo em que o sólido se transforma em gás ou vapor sem passar pelo estado líquido. Na área da estamparia este processo é mais conhecido pela estampagem de canecas, pratos, chinelos e outros materiais que possuam capacidade de aderir ao poliéster. A característica mais marcante na sublimação é o fato que as peças produzidas através deste processo são muito resistentes a lavagem, arranhões e temperaturas extremas como quente e frio.

O funcionamento do processo de sublimação, assim como o processo do transfer, utiliza-se de impressora, no caso uma impressora adaptada para tinta sublimática e depois de impressa a imagem, usa-se uma máquina de estampar/prensa térmica para transferir através de pressão e calor a imagem para o material desejado, que pode ser: tecidos sintéticos (poliéster), porcelanas* cerâmica*, chinelos*, alumínio* (* necessita de aplicação de resina para sublimação a base de poliéster), roupas esportivas,canecas, pratos, relógios, mouse pad, quebra-cabeça e muitos outros.

O processo de serigrafia silkscreen

     A serigrafia, também conhecida como silk-screen, é atualmente o processo mais utilizado para estampar peças como camisetas, moletons, jeans, etc. O principal motivo de essa ser a técnica predominante na indústria da estamparia é o imenso leque de opções que ela abre.
     Ao longo dos anos os fabricantes de tintas e demais insumos vem fazendo lançamentos de produtos inovadores que estão dando novos ares ao já centenário silk screen.
     Em serigrafia há um tipo de tinta para cada superfície.
     Assim, a mesma tinta utilizada para se imprimir um determinado tipo de tecido não serve para a impressão de plásticos.
   Os fabricantes de tintas fornecem literatura para evitar a utilização inadequada de seus produtos, informações importantes como poder de cobertura, resistência à luz, tempo de secagem, etc.
     Serigrafia: Serigrafia ou silkscreen é um processo lento e um dos mais antigos que existem no qual se utiliza telas(matriz), tinta, rodo ou puxador. As telas possuem micro furos por onde a tinta penetra por conta da pressão exercida através do rodo ou puxador. Este é um processo muito caro quando se trata de uma produção pequena, podendo tornar-se inviável, e também é um processo que necessita de um grande espaço, haja vista a necessidade de diversas telas para produzir uma única estampa.

Classificação das tintas e o tempo de secagem

Sintéticas

muito utilizadas em trabalhos onde a durabilidade seja requerida.
Sua secagem lenta limita a tiragem, mas apresenta preço bastante acessível.

Vinílica

possui secagem rápida pela evaporação do solvente.

Epóxi

a base de resina ou epóxi, solúvel em solventes.
A secagem ocorre pela reação química entre a tinta e o catalisador.

Poliamídicas

a base de resinas poliamídicas termoplásticas, solúveis em solventes. Indicadas para impressão de sacolas plásticas e faixas promocionais.
Qualquer que seja a tinta utilizada, quando não se dispõe de meios mecânicos para secagem, é muito importante a ventilação do ambiente de impressão para uma rápida e eficiente secagem.
A maioria das tintas seca à temperatura ambiente mas existem algumas que não secam ao ar, sendo necessária a utilização de uma estufa.

O processo de secagem ao ar ocorre em duas fases distintas que são:

a) secagem ao toque;
b) secagem definitiva.
Por secagem ao toque entende-se que depois de algum tempo (geralmente uma ou duas horas), o impresso pode ser manuseado sem lhe causar danos.
A secagem definitiva ocorre em geral, depois de 24 horas.
As fábricas de tintas geralmente informam qual o tempo necessário para cada fase de secagem.

O serígrafo deve analisar a peça a ser impressa para depois escolher a tinta apropriada.
Um material cuja impressão deve durar por apenas 15 ou 20 dias, pode ser impresso com qualquer tinta de baixo custo.
Por outro lado, uma peça que deve ser exposta durante anos só pode ser impressa com uma tinta com boa resistência à luz.

Guia de Tintas

TINTA PARA TECIDOS (T.T): Não muito consistente, porém ótima para certos trabalhos, principalmente os que podem ser feitos com registro visual, entretanto após a secagem devemos colocar um pano em cima da impressão e passar um ferro quente para fixar, caso contrário com a lavagem a impressão vai desbotando.
TINTA ACRÍLICA: De altíssimo rendimento em tecido, extrema resistência ao atrito nas lavagens e também aos detergentes domésticos, dispensa toda e qualquer forma de polimerização ou fixação a calor.
TINTA PUFF: Para impressão em tecidos, tendo a característica de ficar em relevo após ser submetida à estufa, ferro quente ou secador de cabelos, proporcionando grande feito visual.
TINTA SINTÉTICA BRILHANTE: Impressões serigráficas sobre chapas de ferro e metais, duratex, cartolina, papéis, flâmulas, poliéster e madeira.
TINTA SINTÉTICA FOSCA: Chapas de ferro e metal, duratex, papelão, papel, cartolina, flâmulas, sacolas de papel para posterior plastificação.
TINTA SINTÉTICA LUMINOSA: Se presta aos casos acima citados.
TINTA VINÍLICA BRILHANTE: Material vinílico flexível, semi-rígido.
Bolsas, carteiras e sacolas, auto-adesivos, embalagens industriais, brinquedos.
TINTA VINÍLICA FOSCA: Vinílicos flexíveis e semi-rígidos como bolsas, plásticos, encadernações, auto-adesivos, pastas e carteiras, brinquedos, pneumáticos, embalagens industriais, etc.
TINTA VINÍLICA LUMINOSA: As mesmas aplicações do item anterior, além de decalques.
TINTA ETCH-RESIST p/ circuito impresso: Tinta branca para gravar e imprimir circuitos eletrônicos com posterior aplicação ácida com percloreto de ferro e remoção final com álcalis.
SOLDER RESIST p/ circuito impresso: Tinta serigráfica verde transparente, base de epóxi, dois componentes, para dar acabamento no circuito impresso (máscara), para posterior soldagem com estanho.
TINTA PARA ACETATO: Impressão serigráfica sobre acetato, celofane, cartolina, papel, duratex, poliéster ou acrílicos em chaveiros de propaganda.
TINTA EPÓXI: Impressão serigráfica sobre Polietileno tratado, Polipropileno tratado, metais (ferro, alumínio, etc.), vidro, fórmica e semelhantes, baquelites e chapas fenólicas.
Esta tinta é diluída a uma proporção de 10% com o seu catalizador.
TINTA PARA COURO: Impressão sobre couro, tecidos de nylon, diversos materiais vinílicos.
Observação:
Empega-se solvente vinílico para a limpeza da tela ou diluição, no caso de se utilizar tinta vinílica; emprega-se solvente sintético ou água raz, no caso em que houver utilização de tintas sintéticas; emprega-se solvente epóxi no caso de tinta epoxi.

domingo, 20 de setembro de 2015

Coletes Esportivos Simples e Dupla Face com elástico na lateral da cintura.

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Todos  confeccionados em tactel (recebe silkscreen) ou poliéster (recebe silkscreen e sublimação).

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